Greves na Itália devem afetar voos em fevereiro e março

Voos domésticos e internacionais, incluindo conexões dentro da Europa, podem ser afetados.

Por: Redação da Revista Embarque com informações de Word Air News - 23 de fevereiro de 2026

Crédito das fotos: Pexels/Planespotter Geneva

A Itália terá duas greves nacionais na aviação nos dias 26 de fevereiro e 7 de março de 2026. As paralisações foram confirmadas por sindicatos do setor e terão duração de 24 horas em cada data. Os protestos começam à 0h01 e seguem até 24h00, no horário local. A mobilização deve impactar serviços de controle de tráfego aéreo, equipes de solo e tripulações das companhias aéreas nos principais aeroportos do país.

Aeroportos mais afetados
Companhias que operam em terminais como o Aeroporto Leonardo da Vinci-Fiumicino, o Aeroporto de Milão Malpensa e o Aeroporto de Milão Linate já começaram a ajustar seus voos. A ITA Airways informou que parte importante da programação pode sofrer atrasos ou cancelamentos. Além do dia da greve, os impactos podem se estender para horários próximos, já que as empresas precisam reorganizar aeronaves e tripulações.

O que pode acontecer com os passageiros
Voos domésticos e internacionais, incluindo conexões dentro da Europa, podem ser afetados.
Mesmo com regras italianas que garantem serviços mínimos em horários protegidos, as companhias costumam cancelar voos de forma preventiva para reduzir riscos operacionais. A orientação é que passageiros consultem o status do voo antes de sair para o aeroporto.

Motivo da paralisação
A greve ocorre após impasse nas negociações sobre reajustes salariais e organização das escalas de trabalho. Participam do movimento sindicatos como Filt-CGIL, Fit-CISL, Uiltrasporti, UGL Trasporto Aereo, ANPAC e ANP. Uma paralisação prevista para 16 de fevereiro havia sido adiada por orientação do Ministério dos Transportes para evitar impacto durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina.

Cenário europeu
As greves ocorrem em um período de alta movimentação no inverno europeu. O cenário reflete pressões trabalhistas em diferentes países do continente, especialmente após a reestruturação das companhias aéreas no pós-pandemia. Para as empresas, o desafio agora é reduzir atrasos e manter a malha aérea funcionando com o menor impacto possível.

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Redação Revista Embarque

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