“Lito Sousa entra na fila para estudo em Harvard”, informa esposa do piloto

Em stories publicados no Instagram, Mila disse que conseguiu a aprovação da estrutura necessária para o atendimento de home care.

Por: Redação da Revista Embarque - 22 de agosto de 2026

Reprodução Instagram

A mulher do piloto e influenciador Lito Sousa, Mila Seidl, compartilhou neste sábado, dia (22), novas informações sobre o estado de saúde do marido, diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob. Segundo ela, a grande mobilização em torno de Lito tem renovado a esperança e a motivação da família.

Em stories publicados no Instagram pela manhã, Mila informou que conseguiu a aprovação da estrutura necessária para o atendimento de home care. Ela também revelou que a família está na fila para participar de um estudo na Universidade Harvard, nos Estados Unidos.

Diante do apoio recebido desde que o estado de saúde de Lito se tornou público, Mila afirmou que “é difícil não pensar que um milagre vai acontecer”.

O piloto, de 59 anos, perdeu grande parte dos movimentos nas últimas semanas, mas, de acordo com Mila, permanece completamente lúcido.

Está uma corrente tão forte que é difícil não pensar que um milagre vai acontecer. Recebi palavras motivadoras também, afirmou.

 

SOBRE A DOENÇA

Segundo informações da Secretaria de Saúde do Estado de Mato Grosso, a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) é uma condição neurodegenerativa que afeta o cérebro e pode provocar sintomas como perda de memória e tremores. A doença apresenta rápida evolução e, atualmente, é considerada fatal.

A DCJ faz parte do grupo das Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis (EETs), doenças que podem acometer seres humanos e são caracterizadas por alterações no tecido cerebral. O termo “espongiforme” está relacionado ao aspecto semelhante a uma esponja observado no cérebro durante exames microscópicos.

Embora a forma exata de transmissão da doença de Creutzfeldt-Jakob ainda não seja totalmente conhecida, não há evidências científicas de transmissão pelo ar ou pelo convívio social cotidiano com pacientes. Isso inclui o compartilhamento de roupas, copos e utensílios de cozinha, além de contatos como abraços, beijos ou relações sexuais.

Até o momento, diferentes possibilidades terapêuticas foram estudadas, mas nenhuma demonstrou capacidade de modificar a evolução fatal da doença. Aproximadamente 90% das pessoas diagnosticadas com DCJ morrem no período de um ano.

Atualmente, o tratamento é voltado principalmente ao suporte do paciente e ao controle das complicações. Os cuidados devem considerar aspectos físicos, nutricionais, psicológicos, educacionais e sociais, além das necessidades dos familiares. Também é importante o planejamento da continuidade da assistência, incluindo, quando necessário, a transferência dos cuidados da unidade de saúde para o acompanhamento domiciliar.

(Visited 155 times, 10 visits today)

Redação Revista Embarque

Email: embarque@revistaembarque.com