Balões: GRU Airport intensifica ações para a segurança das operações aéreas

As quedas de pipas no aeroporto representam um risco constante durante todo o ano.

Por: Redação da Revista Embarque - 18 de junho de 2026

Foto: GRU Airport

Com a chegada do inverno e das férias escolares, período em que aumenta a prática de soltar pipas e a ocorrência de balões em diversas regiões do país, a GRU Airport reforça as ações de conscientização e prevenção sobre os riscos que esses objetos representam para a aviação. Quando presentes nas proximidades do aeroporto, podem interferir nas operações, provocar atrasos e comprometer a segurança de aeronaves, equipes e passageiros.

As quedas de pipas no aeroporto representam um risco constante durante todo o ano. O pico desses eventos ocorreu em agosto de 2025, onde houve um aumento de 85,3% em relação à média dos meses anteriores. Do total de registros, 98% ocorreram na área de manobras, região crítica para as operações aeronáuticas, o que evidencia o potencial impacto desses objetos na segurança operacional. Além disso, as pipas apareceram como o principal objeto estranho identificado nas áreas operacionais do aeroporto, superando amplamente outros tipos de FODs (Foreign Object Debris) e reforçando a importância das ações de prevenção e conscientização junto à comunidade.

Como parte de seu compromisso com a segurança operacional, a GRU Airport mantém um trabalho permanente de conscientização junto às comunidades localizadas no entorno do aeroporto, além de atuar em parceria com a NAV Brasil, companhias aéreas e autoridades competentes para mitigar eventuais impactos à operação.

Sempre que um balão é identificado em áreas sob responsabilidade da concessionária, equipes especializadas realizam o recolhimento seguro do objeto e seu encaminhamento aos órgãos competentes. As medidas são adotadas de forma rápida e coordenada para minimizar qualquer impacto às operações aeroportuárias e garantir a segurança dos passageiros.

A prática de soltar balões é considerada crime ambiental e representa riscos não apenas para a aviação, mas também para áreas urbanas, residenciais e ambientais. Recentemente, o Ministério de Portos e Aeroportos e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) reforçaram campanhas nacionais de conscientização sobre os impactos dessa atividade para a segurança aérea.

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Redação Revista Embarque

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