Robôs devem dominar os aeroportos até 2027

Segundo estudo internacional, a pandemia de Covid-19 está pressionando os aeroportos a usarem tecnologia

Por: Agência de Notícias da Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos - 31 de outubro de 2021

Confirmando a tendência do aeroporto sem contato, um relatório elaborado pela Market Research Future (MRFR) aponta que, até 2027, o uso de robôs em aeroportos deverá crescer a uma média de 16,8% ao ano e, em breve, irá substituir diversas atividades humanas em operações aeroportuárias, sobretudo nos segmentos de limpeza e segurança aeroportuária.

O relatório Airport Robots Market Information by Application, and Region – Forecast to 2027 reúne insights de mercado sobre robôs aeroportuários e analisa a indústria por aplicativos (Landside, Terminal), regiões (América do Norte, Europa, Ásia-Pacífico, Oriente Médio & África e América Latina), capacidade competitiva, market share e tendências.

De acordo com o documento, a pandemia de covid-19 está pressionando os aeroportos a empregarem robôs, não só para evitar situações de contaminação, mas, sobretudo, para buscar mais eficiência, ajudando o setor a se recuperar de um dos seus piores momentos na história.

Por outro lado, o alto custo desses equipamentos e a necessidade de, em certos casos e em um primeiro momento, operar a tecnologia robótica supervisionada por humanos são fatores de limitação dos investimentos das operadoras aeroportuárias.

A América do Norte deverá liderar a automação de aeroportos, seguindo exemplos como o do Aeroporto Internacional de Cincinnati/Norte de Kentucky, onde, desde 2019, a Amazon está instalando seu hub de aviação de US$ 1,5 bilhão. O complexo de quase 250 mil m2 já conta com robôs, quilômetros de correias transportadoras e outros recursos inovadores.

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