“Nosso projeto criará um Aeroporto moderno e integrado com o mundo”

Natural de Bragança Paulista (SP), o presidente do Gru Airport, Antonio Miguel Marques, é engenheiro e na sua trajetória profissional passou por empresas renomadas, como a Construtora Camargo Corrêa, a Votorantim Metais

23 de janeiro de 2013

Natural de Bragança Paulista (SP), o presidente do Gru Airport, Antonio Miguel Marques, é engenheiro e na sua trajetória profissional passou por empresas renomadas, como a Construtora Camargo Corrêa, a Votorantim Metais e a Vale do Rio Doce.

Marques conversou com a Revista Aérea e falou sobre os 28 anos do Aeroporto, comemorados no dia 20 de janeiro. “Neste período, o nosso querido complexo foi bem mantido pela Infraero. Passamos de 16 milhões de passageiros/ano para 34 milhões hoje. Agora, o nosso desafio é oferecer o conforto que os usuários merecem”, conta.

O presidente da Concessionária explicou que o Aeroporto passará de dois terminais para quatro até o final das obras. Dois deles (1 e 4) serão destinados aos voos domésticos, o Terminal 2 receberá voos mistos e o 3 ( previsto para 2014 antes da Copa) terá voos internacionais, de maior duração e com aviões de maior porte. “Faremos um grande investimento em uma estrutura de shopping center, com lojas, restaurantes, salas vip e áreas de descanso”, conta.

Marques disse que a reforma prevê também um novo processador de bagagens para agilizar o serviço e a modernização dos sistemas de iluminação e de segurança nos terminais 1 e 2.

O presidente falou que a Concessionária iniciou a contratação de guarulhenses. “Temos vários jovens do 1º Emprego trabalhando no Aeroporto, vamos contratar mais 400”, informa.

O Gru Airport planeja contratar até 2014, 1.800 pessoas, hoje o Aeroporto emprega 30 mil e até 2016 dobrará este contingente.

Perguntado como imagina o Aeroporto em 2040, Marques foi enfático: “O dobro do tamanho que está hoje, atendendo 70 milhões de passageiros por ano. Também estará conectado com o mundo por terra e ar e com todos os transportes de trilhos. Cumbica terá um nível de automação e será moderno e integrado com o mundo”, concluiu.

(Viviane Barbosa)

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Redação Revista Embarque

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